sexta-feira, outubro 16, 2009

Côr de folheei - te .



Como um livro
folheei
o
teu corpo.
Como um livro ,
à procura da tua alma .

Encontrei-a no índice.

*

Albano Martins

4 comentários:

  1. Se a poesia pode ser poderosa e bela e dura e subjectiva e desconcertante, esta é um exemplo.
    Esta não me provoca a sensação de engolir em sêco.
    Deixou-me desarmado com a sua crueza.
    .................................
    .................................
    Ou então não é nada disto e tu queres é "ouvir-me falar" e isso de eu ser lacónico...e isso de não te dar confiança...
    Beijinhos para ti!
    Luís
    Obrigado pela poesia.

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  2. Quando se diz muito com algumas, poucas, palavras certas, se cria esse mundo de interpretações!

    até mais.

    Jota Cê

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  3. Luis ,
    apesar de mal te conhecer acredito que tens a alma não apenas no indice , por isso chamares de crua esta poesia .
    Mas julgo que não duvidas que existem pessoas que só no indice .
    Não estava a pensar em ti quando a postei .

    Quanto ás ... ... ...
    Beijos para ti , também .
    Maria

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  4. Olá Jota Cê ,

    É verdade .
    Precisamos das palavras . Mas desde sempre , sonho com outro veículo de comunicação .

    Obrigada pela visita .
    Beijo,

    Maria

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