quinta-feira, dezembro 17, 2009

Côr de ... recusa .



Como é possível perder-te
sem nunca te ter achado
nem na polpa dos meus dedos
se ter formado o afago
sem termos sido a cidade
nem termos rasgado pedras
sem descobrirmos a cor
nem o interior da erva.

Como é possível perder-te
sem nunca te ter achado
minha raiva de ternura
meu ódio de conhecer-te
minha alegria profunda.


Maria Teresa Horta

4 comentários:

  1. Maria,

    Existem sensações que parecem já existir há algum tempo, né? E assim vem o deja vu de sentimentos e momentos dentro de nós, fazendo tanto reboliço.

    Menina linda, amei conhecer essa portuguesa nesse ano de 2009. Vi que do outro lado do oceano existe alguém que sabe acarinhar alma e coração.

    Beijo bem grandão, menina linda que adoro.

    Rebeca

    -

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  2. Fizeste uma excelente escolha, porque o poema é magnífico.
    Também gostei da foto.
    Querida amiga, um beijo.

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  3. Rebeca ,
    obrigada . É recíproco o sentimento .

    Beijo grande , para atravessar mar e terra .

    Maria

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  4. Amigo Nilson,
    obrigada .

    Um beijo

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