segunda-feira, novembro 23, 2009

Côr de fidelidade .



Diz- me devagar coisa nenhuma ,
assim a só presença com que me perdoas
esta fidelidade ao meu destino .
Quando assim não digas é por mim
que o dizes . E os destinos vivem - se
como outra vida . Ou como solidão .
E quem lá entra ? E quem lá pode estar
mais que o momento de estar só comigo ?

Diz - me assim devagar coisa nenhuma ...
o que à morte se diria , se ela ouvisse ,
ou se diria aos mortes , se voltassem .


Jorge de Sena _ Quinze poetas portugueses do século XX _

3 comentários:

  1. Maria linda,

    Desculpa, acho que foi a correria e já está inscrita, viu? Quero saber se vai concorrer ao sorteio do orkut também... Preciso da resposta o mais rápido possível, viu?

    Beijo do tamanho do meu carinho por ti.

    Rebeca

    -

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  2. Maria,

    Você tem cadeira cativa no meu coração... pergunte quantas e quantas vezes quiser, viu?

    Um beijo enorme, portuguesa querida.

    Rebeca

    -

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  3. Rebeca Querida ,
    óptimo que tudo tenha corrido bem .
    E muito obrigada por todo o carinho .
    beijos muitos,

    Maria

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