A _ cor _ dar , é preciso !
quarta-feira, maio 07, 2008
terça-feira, maio 06, 2008
Côr de súplica .

Agora que o silêncio é um mar sem ondas,
E que nele posso navegar sem rumo,
Não respondas
Às perguntas
Que te fiz .
Deixa-me ser feliz
Assim,
Já tão longe de ti, como de mim .
Perde-se a vida, a desejá-la tanto.
Só soubemos sofrer, enquanto
O nosso amor
Durou.
Mas o tempo passou.
Há calmaria ...
Não perturbes a paz que me foi dada.
Ouvir de novo a tua voz seria ,
Matar a sede com ... água salgada . !
Miguel Torga
segunda-feira, maio 05, 2008
Côr de Pátria .
domingo, maio 04, 2008
sábado, maio 03, 2008
sexta-feira, maio 02, 2008
Côr de apelo .

Porque vieste?!
Não chamei por ti!
Era tão natural o que eu pensava,
Nem triste, nem alegre, de maneira que pudesse sentir a tua falta.
E tu vieste ... Como se fosses necessária!
Poesia!
Nunca mais venhas assim.
Pé ante pé, cobardemente oculta,
Nas ideias mais simples,
Nos mais ingénuos sentimentos .
Um sorriso, um olhar, uma lembrança!
– Não sejas como o Amor!
É veradade que vens, como se fosses uma parte de mim que vive longe,
Presa ao meu coração
Por um elo invisível.
Mas não regresses mais sem que eu te chame.
– Não sejas como a Saudade!
De súbito, arrebatas-me,
Através de zonas espectrais, de ignotos climas,
E
Quando desço à vida,
Já não sei
Onde era o meu lugar,
Poesia!
Nunca mais venhas assim.
Não sejas como a Loucura!
Embora a dor me fira,
De tal modo, que só as tuas mãos saibam curar-me,
Ou ninguém, se não tu, possa entender o meu contentamento,
Não venhas nunca mais sem que eu te chame.
_ Não sejas como a Morte .!
Carlos Queirós
quinta-feira, maio 01, 2008
Dia 1 de Maio .
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