A _ cor _ dar , é preciso !
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sábado, julho 26, 2014
Côr de verdade ?
Assim foi a nossa idade . . .
atravessámos as crenças.
Os que sabiam gemer foram amordaçados pelos que resistiam à verdade . . .
Que é a verdade ?
Quem viveu nela fora da dominação ?
António Gamoneda _ Oração Fria , excerto _
imagem _ Matteo Arfanotti _
sábado, março 29, 2014
Côr de invisível
Com
a tua língua atravessada por uma ignorância luminosa falas de uma flor invisisível .
Falas de ti mesma .
nunca tive nas mãos
uma flor invisível .
António Gamoneda
imagem _ Laura Serra _
Também gostava .
... de ser uma flor ?
Não .
Invisível . . .
quinta-feira, março 13, 2014
Côr de quietude
Estou nu diante da àgua imóvel .
Deixei
minha roupa no silêncio dos últimos ramos .
Isto era o destino . . .
chegar à margem e ter medo da quietude da água .
António Gamoneda _ Livro do frio _
imagem _ Odilon Redon _
quarta-feira, fevereiro 26, 2014
Côr de . . . minhas mãos
Toquei um rosto com as minhas mãos e retirei - as feridas pelo amor .
Agora ,
o esquecimento acaricia as minhas mãos .
António Gamoneda
Imagem _ Diane Desmarais _
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