A _ cor _ dar , é preciso !
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quinta-feira, julho 06, 2017
Côr de noite fora . . .
Dissolvo-me na sombra da paisagem ,
separo-me de nós , de mim , serei só quase
a chama no carvão que fica ardendo
noite fora , noite fora .
Acordaremos , já sei , transparentes e sábios ,
do outro lado da criação do mundo .
uma mão presa à luz , outra nas trevas ,
um só tronco de chamas , uma asa .
António Franco Alexandre _ Poemas , A . & A . _
imagem _ Michel Ogier _
terça-feira, maio 12, 2015
Côr de uma asa
Noite fora , noite fora ,
acordaremos , já sei , transparentes e sábios ,
do outro lado da criação do mundo . . .
uma mão presa à luz outra nas trevas ,
um só tronco de chamas , uma asa .
António Franco Alexandre
imagem _ _ Albrecht Durer _
quinta-feira, junho 12, 2014
Côr de forma humana
Agora é o teu corpo que procura
na orla da floresta , uma fogueira
onde acordar as mãos de forma humana ,
e resolver enfim , mas para sempre ,
se ser o sacro emblema do horror
ou o primeiro verso de um poema .
Antonio Franco Alexandre
Imagem _ Olaf Hajel _
sábado, fevereiro 01, 2014
Côr de grande Teia
Se o meu desgosto é ser , na grande Teia ,
mensagem virtual ou sopro vago ,
talvez me qeiras tu dar o teu rosto,
e eu , no teu corpo me transforme , em alma .
António Franco Alexandre
imagem _ Almada Negreiros _
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