A _ cor _ dar , é preciso !
terça-feira, julho 08, 2014
segunda-feira, julho 07, 2014
Côr do meu retrato preferído
Lilaz ,
a mulher que fala com as coisas !
Não ,
não digo que o faço porque escutam , melhor , que
a maioria dos humanos .
Não .
Esta minha tendência , é uma herança materna .
Desde criança que via minha Mãe falar docemente com plantas , carinhosamente com os animais ditos irracionais . . .
Enfim , com tudo que a rodeava e constituía a vida .
Naturalmente , fui fazendo o mesmo .
Ninguém , até à data , manifestou estranheza . . .
cada um com as suas idiossincrasias , e vamos vivendo .
Será ?
É provável , pois é a minha forma de estar na vida . E por vezes , colhe - se o que se semeia .
Por vezes !
imagem _ Luis Filipe Gomes _
Etiquetas:
coisitas minhas,
luis filipe gomes
sábado, julho 05, 2014
Côr de ... diferentes
Se
quisermos ser realmente compreendidos ,
talvez seja aconselhável dizer a mesma
coisa de duas maneiras diferentes . . .
Uma para os ouvidos ,
e
outra para o coração .
e
outra para o coração .
imagem _ Eugenijas Konovalovas _
quinta-feira, julho 03, 2014
Côr de contos de fados
Deitada numa nuvem de não-ser
Deixei ao deus-dará os meus abraços
Afastando-me assim, sem o saber
Do ponto de chegada dos meus passos
Caminho é quanto fica da viagem
Paragem é caminho para trás
E agora só me resta por bagagem
O tanto mal que fez o tanto-faz
Julgava não ser nada, e era tudo
Pois tudo, em cada nada, acontece
P'ra além das sombras do tempo miúdo
A grande luz do tempo permanece
Sozinha, tenho agora de inventar
Essoutra nuvem de uma cor diferente
Em que eu, à força de aprender a amar
Aprenda tudo sobre toda a gente.
letra _ José Mário Branco _
musica _ Miguel Alberto _
terça-feira, julho 01, 2014
Côr de novo olhar
O
que nos chama para dentro de nós mesmos
é uma vaga de luz , um pavio, uma sombra
incerta.
Qualquer coisa que nos muda a escala do
olhar
e nos torna piedosos, como quem já tem fé.
Nós que tivemos a vagarosa alegria
repartida pelo movimento,
pela forma, pelo nome , voltamos ao zero
irradiante ,
ao ver o que foi grande , o que foi
pequeno ,
aliás o que não tem tamanho,
mas está agora engrandecido
dentro do novo
olhar .
Fiama Brandão
imagem _ Janda Zdenek _
domingo, junho 29, 2014
Côr de lêr passados
Lilaz ,
a mulher que lê passados !
Mas que vive , calmamente , o presente , sem ânsias do futuro .
imagem _ Luis filipe Gomes _
sábado, junho 28, 2014
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