
Saboreio este dia, fruto roubado no pomar do tempo.
Sabe-me a novidade, deixa-me os lábios doces.
Tem a polpa de sol, e dentro dele calmas sementes doutro sol futuro.
Cheira a terra lavrada e a maresia.
E tão livre e maduro, que quando o apanhei já ele caía .!
Miguel Torga
1 comentário:
Mesmo nostálgica, continua igual a si própria; agora ainda mais sábia e talvez mais doce e harmoniosa.
Bj. gd.
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