Das tuas mãos de vidro, carregadas De jóias tilitantes e doentes, Das palavras que trazes afogadas , Das coisas que não dizes mas entendes . . . Do teu olhar virado às madrugadas De fantásticos e exóticos orientes, Do teu andar de tule, das estocadas Dos gestos que não fazes mas que sentes . . .
Sem comentários:
Enviar um comentário