A _ cor _ dar , é preciso !
quinta-feira, abril 29, 2010
segunda-feira, abril 26, 2010
Côr de voltarei à minhaTerra .
*
*
Letra _ Tiago Torres Silva _
Musica _ Armandinho , com arranjo de Pedro Joia .
domingo, abril 25, 2010
Côr de 25 de Abril .
sábado, abril 24, 2010
sexta-feira, abril 23, 2010
quinta-feira, abril 22, 2010
Côr de Terra .

Vivemos tempos de grandes sofrimentos .
Tardamos a compreender que eles advêm do nosso comportamento . . .
Espoliamos o planeta , agredimos a natureza , contaminamos a água , o ar , a terra .
Muitos continuam ignorando o que é ser harmónico consigo e com toda a Existência .
Cientistas proclamam que há muito sabem , mas ocultavam , que o coraçãoo da Terra está prestes a explodir , e violentamente !
Mas ...
Há , porém , uma esperança . É que no meio da destruição , fica sempre uma semente por abrir .
E são os que acreditam e têm essa esperança , que têm o dever de operar de forma que ela rompa a casca e germine .
Estão aí .
A destruição e a cura .
Recordemos , então , que depois de uma morte , surge uma nova vida
e
que o coração deste belo planeta voltará a bater forte e sadío .
Está nas nossas mãos !
Oxalá !
segunda-feira, abril 19, 2010
Côr de acreditar .
domingo, abril 18, 2010
sábado, abril 17, 2010
Côr de chave .

*
Deixa ficar a flor ,
A morte na gaveta ,
O tempo no degrau.
Conheces o degrau ...
O sétimo degrau
Depois do patamar .
O que range ao passares.
O que foi esconderijo
Do maço de cigarros
Fumado às escondidas...
Deixa ficar a flor.
E nem murmures.
A morte na gaveta ,
O tempo no degrau.
Conheces o degrau ...
O sétimo degrau
Depois do patamar .
O que range ao passares.
O que foi esconderijo
Do maço de cigarros
Fumado às escondidas...
Deixa ficar a flor.
E nem murmures.
Deixa o tempo no degrau ,
A morte na gaveta.
Conheces a gaveta ...
A morte na gaveta.
Conheces a gaveta ...
A primeira da esquerda ,
Que se mantém fechada .
Quem atirou a chave
Pela janela fora ?
Na batalha do ódio ,
Destruam-se , fechados ,
Sem tréguas , os retratos!
Deixa ficar a flor.
A flor ?
Que se mantém fechada .
Quem atirou a chave
Pela janela fora ?
Na batalha do ódio ,
Destruam-se , fechados ,
Sem tréguas , os retratos!
Deixa ficar a flor.
A flor ?
Não a conheces.
Bem sei . Nem eu . Ninguém.
Deixa ficar a flor.
Não digas nada. Ouve.
Não ouves o degrau ?
Quem sobe agora a escada ?
Como vem devagar !
Tão devagar que sobe ...
Não digas nada . Ouve ...
É com certeza alguém ,
Alguém que traz a chave.
David Mourão Ferreira
terça-feira, abril 13, 2010
Côr de posição .
domingo, abril 11, 2010
sábado, abril 10, 2010
Côr de métodos caseiros .

*
O crime é o espelho da ordem .
Os delinquentes que povoam as prisões são pobres e quase sempre atuam com armas artesanais e métodos caseiros .
Se não fosse por esses defeitos da pobreza e do feitio artesanal , os delinquentes de bairro bem poderiam ostentar coroas de reis , cartolas de cavalheiros , mitras de bispos e quepes de generais ,
e
assinariam decretos governamentais em lugar de apor a impressão digital ao pé das confissões .
Eduardo Galeano _ De pernas pro ar _
sexta-feira, abril 09, 2010
Côr de mãos da terra .

Abre os olhos e encara a vida!
A sina tem que cumprir-se! Alarga os horizontes!
Por sobre lamaçais alteia pontes ,
Com tuas mãos preciosas de menina.
Nessa estrada da vida que fascina ,
Caminha sempre em frente , além dos montes!
Morde os frutos a rir . Bebe nas fontes .
Beija aqueles que a sorte te destina !
Trata por tu a mais longínqua estrela ,
Escava com as mãos a própria cova
E depois , a sorrir , deita-te nela !
Que as mãos da terra façam , com amor ,
Da graça do teu corpo , esguia e nova ,
Surgir à luz ... a haste duma flor !
Florbela Espanca _ Charneca em Flor _
A sina tem que cumprir-se! Alarga os horizontes!
Por sobre lamaçais alteia pontes ,
Com tuas mãos preciosas de menina.
Nessa estrada da vida que fascina ,
Caminha sempre em frente , além dos montes!
Morde os frutos a rir . Bebe nas fontes .
Beija aqueles que a sorte te destina !
Trata por tu a mais longínqua estrela ,
Escava com as mãos a própria cova
E depois , a sorrir , deita-te nela !
Que as mãos da terra façam , com amor ,
Da graça do teu corpo , esguia e nova ,
Surgir à luz ... a haste duma flor !
Florbela Espanca _ Charneca em Flor _
quarta-feira, abril 07, 2010
Côr de Universos .

/
A Doutrina Secreta ensina o progressivo
aperfeiçoamento de todas as coisas,
tanto dos mundos como dos átomos.
E este estupendo aperfeiçoamento não tem
um começo concebível nem um fim imaginável.
Nosso " Universo " é apenas um de um infinito
número de Universos, todos eles " Filhos da Necessidade ",
porque na grande cadeia cósmica de Universos ,
cada elo acha-se numa relação de efeito
com referência ao antecessor ,
e de causa com referência ao sucessor.
Helena Blavatsky _ A doutrina Secreta [ 1888 ] _
terça-feira, abril 06, 2010
Côr de um olhar , apenas ?!
Por vezes ,
____________ tudo pode acontecer ,
apenas ,
____________________com um olhar !
segunda-feira, abril 05, 2010
Côr de vivo em roxo .

Numa incerta melodia
Toda a minh'alma se esconde.
Reminiscencias de Aonde
Perturbam-me em nostalgia...
Manhã d'armas ! Manhã d'armas !
Romaria! Romaria!
Tacteio... dobro... resvalo...
Princesas de fantasia
Desencantam-se das flores...
Que pesadelo tão bom _____
____
Toda a minh'alma se esconde.
Reminiscencias de Aonde
Perturbam-me em nostalgia...
Manhã d'armas ! Manhã d'armas !
Romaria! Romaria!
Tacteio... dobro... resvalo...
Princesas de fantasia
Desencantam-se das flores...
Que pesadelo tão bom _____
____
Pressinto um grande intervalo,
Deliro todas as côres ,
Vivo em roxo e morro em som...!
Mário de Sá Carneiro .
Deliro todas as côres ,
Vivo em roxo e morro em som...!
Mário de Sá Carneiro .
domingo, abril 04, 2010
sábado, abril 03, 2010
Côr de Alma .

Minha alma tem o peso da luz.
Tem o peso da música.
Tem o peso da palavra nunca dita , prestes quem sabe a ser dita.
Tem o peso de uma lembrança.
Tem o peso de uma saudade.
Tem o peso de um olhar.
Pesa como pesa uma ausência.
E a lágrima que não se chorou.
Tem o imaterial peso da solidão , no meio de outros.
Clarice Lispector .
quinta-feira, abril 01, 2010
Côr de O têns .
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