A _ cor _ dar , é preciso !
segunda-feira, agosto 27, 2018
Côr de Ana
A Ana Já come .
Depois de muitas experiências resolveu - se por uma que não é a mais aconselhável .
Porém , neste momento , impunha -se alimenta - la .
Espero conseguir , lentamente e com paciência , que ela aceite a adequada .
sexta-feira, agosto 10, 2018
Côr de Ana
Quarta - feira ,
a Ana ficou no hospital veterinário , porque havia
necessidade de fazer vários exames .
Os resultados não são bons .
Continua internada , e zangada comigo, por a ter deixado
lá .
Com tudo que está acontecer , muitas pessoas considerarão
esta minha angustia ridícula , mas este ser , que faz parte
da minha vida e amo há 13 anos , tem alma e sofre como
os demais .
Toda energia positiva que possam e queiram enviar , agradeço .
A mesma será devolvida em dobro .
quarta-feira, agosto 08, 2018
Côr de pedido
A
andorinha com o seu voar demasiado rápido , provocou-me uma forte exaustão ...
Isso levou - me a ter uma conversa com S. Francisco , pedindo , inclusive ,
ajuda .
Sensato como Ele é , sugeriu - me . . .
_ porque não te transformas em pardal ?
Talvez o bando onde será conveniente inseriste , compreenda o teu cansaço
e as tuas pausas de voo .
Seria bom que soubessem que estás preocupada com a tua amiguinha Ana ,
e te dêem uma " força " .
Comigo podes contar .
Estou a enviar luz para ambas . Tenta não ficares tão ansiosa .
A minha ajuda necessita da tua força .
Sinto que estás muito mais inquieta com a Ana .
Mas repito . . . tens que acreditar no meu poder.
Um abraço , pardal assustado .
É preciso ter fé _ .
Amém !
imagens _ Catrin W, Stein / Marina Teraud _
sábado, julho 28, 2018
Côr de não pisa !
Agradeço
à Existência não ser esta bota ,
mas sim ser una com os que dizem . . .
Basta !
imagem _ Evandro Shiaidavone _
quarta-feira, julho 25, 2018
Côr de pequena morte
Não
nos provoca o riso o amor quando chega ao mais profundo de sua viagem, ao mais alto de seu vôo .
No mais profundo, no mais alto, nos arranca gemidos e suspiros, vozes de dor, embora seja dor jubilosa, e pensando bem não há
nada de estranho nisso, porque nascer é uma alegria que dói.
Pequena morte, chamam na França a culminação do abraço, que
ao quebrar-nos faz por juntarmo-nos, e perdendo-nos faz por nos encontrar e acabando conosco nos principia.
Pequena morte, dizem . . .
mas grande, muito grande haverá de ser, se ao nos
matar nos nasce.
Eduardo Galeano _ O livro dos abraços _
imagem _ Diane Desmarais _
Etiquetas:
Eduardo Galeano,
O livro dos abraços .
quinta-feira, julho 19, 2018
Côr de . . . onde possa ficar do tamanho da Paz
Onde possa plantar meus amigos , meus livros e discos ,
e
nada mais .
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