
Parem os relógios, desliguem o telefone.
Evitem o latido do cão, com um osso suculento.
Emudeçam os pianos e com os tambores lentos
Tragam o caixão, deixem que o luto chore.
( ... )
Ele era o meu Norte, meu Sul, meu Leste e Oeste.
Minha semana útil e meu domingo inerte.
Meu meio dia , minha meia noite, minha canção,
minha conversa.
Achei que que o amor fosse para sempre.
Estava errado.
As estrelas não são necessárias, retirem cada uma delas.
Empacotem a Lua e façam o Sol desmanchar.
Esvaziem os oceanos e varram as florestas.
Pois nada no mundo, pode algum bem causar.
W. H. Auden
Quando ouvi pela primeira vez este poema ( no filme
" Four Weddings & a Funeral " ) tive, tanbém, necessidade
de parar.
A dor da perda era " tão " aquilo.
Hoje penso diferente.
E quando digo penso, significa que no momento da dor,
o sentir fica tão distante do pensar ... .!
1 comentário:
Espero não ter olhado muito para o relógio...!!! O tempo não tem qualidade quando é reduzido, mas a intenção é a mesma, mesmo não parecendo.
Beijo sem minutos contados...
Enviar um comentário