
Condenado estou a te amar
nos meus limites ,
até que exausta e mais querendo
um amor total , livre das cercas ,
te despeça de mim , sofrida ,
na direção de outro amor
que pensas ser total , e total será
nos seus limites da vida.
O amor não se mede
pela liberdade de se expor nas praças
e bares , em empecilho.
É claro que isto é bom e ás vezes ,
nos meus limites ,
até que exausta e mais querendo
um amor total , livre das cercas ,
te despeça de mim , sofrida ,
na direção de outro amor
que pensas ser total , e total será
nos seus limites da vida.
O amor não se mede
pela liberdade de se expor nas praças
e bares , em empecilho.
É claro que isto é bom e ás vezes ,
sublime.
Mas se ama também de outra forma , incerta ,
e este o mistério ...
ilimitado o amor às vezes se limita ,
proibido é que o amor às vezes se liberta.
Mas se ama também de outra forma , incerta ,
e este o mistério ...
ilimitado o amor às vezes se limita ,
proibido é que o amor às vezes se liberta.
*
*
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Affonso Romano de Sant ´Anna
4 comentários:
Parece-me que encontras-te um canteiro
E que todas as flores que lá existentes se chamam Amor.
Uns são perfeitos, outros não.
Mas não deixam de ser amores, para os
Quais te debruças e os tratas com o desvelo
Da tua presença.
Gostei desse texto, bate muito bem com o que eu penso! É bom saber que não sou o único a escrever loucuras perante uma unanimidade falsa e burra!
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Com medo ou sem medo ela vai! ahahaha
até mais.
Jota Cê
Olá hermetico fagundes ,
exactamente .
Somos nós que tornamos o ser , em ser amado .
Obrigada pela visita .
Um beijo
Olá Jota Cê ,
obrigada pela visita .
......................
Mas por amor , até ao inferno se vai !
Um beijo ,
Maria
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